Cerveja e Mulher – #1 Como tudo começou

Duas palavras que soam como música aos nossos ouvidos:

 

Cerveja e Mulher.

 

A Cerveja, companheira fiel desde a adolescência; sempre presente em nossas alegrias, tristezas, comemorações e afogamento de mágoas… A mulher, companheira, que não sai da nossa cabeça e se faz presente como ninguém.

 

Brincadeiras à parte, a Cerveja não pode ser estudada sem a presença da Mulher. E nessa hora nos perguntamos o porquê, se é tão natural associarmos a Cerveja ao barzinho com os amigos no almoço, no pós trabalho, no pré curso, no pós curso… Também, afinal de contas, a Mulher “geralmente” associa a Cerveja a maioria dos problemas dos relacionamentos.

Certa ou errada, a mulher não está nada bem. Afinal de contas, como poderia inventar a Cerveja, paixão que concorreria, para o resto da eternidade, com sua atenção? Momento musical puxado pela frase interpretativa de Seu Jorge com Ana Carolina na faixa “Chatterton”. Ele disse bem: “Tiro no pé”.

 

 

Quer saber como tudo começou?

 

Pense comigo. Suba no “Delorean” e volte mais ou menos sete mil anos. Idade da Pedra, meus caros. Dê uma volta pela Mesopotâmia (região do Iraque, conturbada… já associo a Cerveja x Mulher), dê um mergulho no Tigre ou no Eufrates para se refrescar. Não tinha Cerveja ainda. Eu acho.

 

 

Enquanto os homens saiam à caça, as mulheres proviam alimento à prole, por muito extensa em geral. E tamanha confusão permitiu que um dos barris de cereais colhidos para o preparo do pão tenha sido esquecido do lado de fora da casa. Coitado. Por ironia do destino, uma chuva torrencial, deixando os grãos molhados. Com pouco tempo, os mesmos começaram a germinar. E nesse momento… Só nesse momento, a Mulher se dá conta da gloriosa falha.

Mas… o que fazer com esse barril de grãos que já estão com as raízes aparecendo? Ficaria o homem furioso? Vai dar M! É melhor aproveitar…

Aquecidos os grãos, uma surpresa: Um líquido açucarado e desconhecido. Eu não quero essa joça! Deixou a “Cerveja” lá escondida e foi dormir. Nesse momento, justo nesse momento ilustrativo da minha mente, chega o maridão. Cheio de fome sede depois de caçar 5 mamutes. Faminto. Ao ver aquela cumbuca com um líquido meio gosmento (que não mais borbulhava), não pensou duas vezes. Manda pra dentro. E tá lá. Eternamente agradecido a Mulher, o homem. A Cerveja.

 

Só não entendi ainda o porquê de tanto pegar no pé com a nossa Cerveja, se foi a Mulher quem nos deu o primeiro copo!

 

Não deixe de ler a continuação CERVEJA E MULHER – #2 UMA DEUSA  >>> CLIQUE AQUI!!!

 


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Engenheiro de Produção, consultor de Projetos e Processos, músico do choro e do samba no grupo Bença Vó e a frente da ONG PORQUENAORIO. No mais, é apaixonado por cultura, principalmente em Cultura Cervejeira. É um agregador de boas pessoas; um boêmio por natureza.


Os Boêmios 2016. Degustação complexa do modo simples.

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